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terça-feira, 1 de novembro de 2011

PERSONAGEM DA SEMANA: Marisa Monte



"O que você quer saber de verdade", novo e  oitavo álbum de Marisa Monte, lembra muito "Memórias, crônicas e declarações de amor" (2000)- o que não é nada ruim.







"Depois" talvez seja a canção que melhor encarne o espírito do disco: um pop de rádio AM anos 70, meio dramático, meio Márcio Greick, com a Nação Zumbi na base e cordas arranjadas por Miguel Atwood-Ferguson (parceiro de Flying Lotus, o queridinho das eletrônicas experimentais).

O popular de Marisa tem grife. Primeira faixa a ser divulgada, "Ainda bem" é outro bom exemplo disso, juntando violão flamenco, guitarra surf music, trompete mariachi e muito nã-nã-nã-nã.

E quem um dia esperava ver Marisa cantando forró vai se fartar com "Hoje eu não saio, não", que traz o acordeom de Waldonys. "Hoje eu não saio, não / Quero ver televisão", canta ela, num irônico contraponto ao "Já sei namorar" dos Tribalistas ("Não tenho paciência pra televisão/ Eu não sou audiência para a solidão"). 



Fonte: O Globo

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"Born This Way" de Lady Gaga é muito bom!

"Born This Way" de Lady Gaga é um daqueles discos que na primeira audição você estranha. A sonoridade rock com batidas eletrônicas não é nada inovadora, mas ainda soa confuso quando escutamos. Não que o disco de Gaga siga esta linha, pelo contrário... É música dançante uma atrás da outra.

Na terceira audição (recomendo no seu MP3 Player), você consegue perceber que já ganhou o seu presente de Natal em pleno mês de maio. Digo isso porque imagino que vai ser difícil aparecer ainda neste ano um álbum tão bom que supere este lançamento de Gaga.

Desde já aviso que não sou um daqueles fãs loucos pela cantora. Muito pelo contrário, o anterior, o EP “Fame Monster”, mesmo com apenas 7 canções, eu não conseguia escutar até o fim. Porém, “Born This Way”, com 14 faixas na sua versão original, não fica nada cansativo e ainda deixa a vontade de baixar a edição de luxo, que contém mais 3 inéditas e seis remixes.

Não vou aqui falar de cada faixa. Não acho necessário.
Escute o disco.
É o melhor que tem a fazer.
Destaque para as faixas:

Marry The Night
Government Hooker
Judas (o refrão é muito bom)
Americano (uma puta batida e um puto refrão) {quase a minha predileta}
Hair
Scheibe
Bloody Mary (amo essa)
Fashion Of His Love (essa me lembra até a Cyndi Lauper)
Highway Unicorn (Road To Love) {emocionante}
Yoü And I (sou fã das baladinhas de Gaga)
The Edge Of Glory (quase um épico)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

AS 10 MAIS DA BILLBOARD BRASIL HOT 100 - ABRIL

1. QUÍMICA DO AMOR - Luan Santana (Part. Ivete Sangalo)
2. QUEM É - Eduardo Costa

3. MENTES TÃO BEM - Zezé Di Camargo & Luciano
4. VIVER SEM TI - Exaltasamba (Part. Mariana Rios)
5. CHUVA - João Bosco & Vinícius
6. PRA VOCÊ - Paula Fernandes
7. UM MINUTO - Exaltasamba
8. THE TIME (DIRTY BIT) - The Black Eyed Peas
9. AÍ JÁ ERA - Jorge & Mateus
10. FIREWORK - Katy Perry
11. LOCA - Shakira

A parada deste mês de abril não mudou quase nada. Vale ressaltar a entrada de Paula Fernandes já no sexto lugar e a dobradinha do Exaltasamba.

The Black Eyed Peas e Katy Perry se mantém como os representantes internacionais. Vale uma lembrança da Shakira, que ainda não está entre as 10 mais, porém sobe significativamente e chega perto...

segunda-feira, 21 de março de 2011

Cantora pop teen, Rebecca Black, paga mico ao tentar emplacar a música “Friday” e internautas “aprontam” com ela no You Tube.

Viu? Mentira tem perna curta!

Já falei aqui e em outros blogs sobre o Auto-tune, aquele programa que faz todo mundo ficar com voz de robô e “transforma” qualquer frase dita por qualquer pessoa num verso musical – mesmo que essa fonte original não esteja cantando! Um dos primeiros exemplos que o público brasileiro conheceu, foi o “remix” de entrevistas do técnico de futebol Joel Santana, quando ainda comandava a seleção sul-africana antes da última Copa do Mundo.

Na última cerimônia do Oscar, um dos momentos mais divertido foi aquele em que mostraram um vídeo com cenas de filmes importantes do ano onde os diálogos eram transformados em… canções (a cena de “Harry Potter e as relíquias da morte – parte 1”, é especialmente engraçada!).

Tal como o jornalista Zeca Camargo, também fiquei chocado com o que esses produtores de plantão fizeram com Rebecca Black na canção “Friday”. O melhor de tudo é que não foi só eu que tive o senso crítico musical de perceber esse “momento cara de pau de tentar emplacar um hit”.

E pior ainda é saber que cantores como George Michael e até mesmo a maior de todas, Madonna, tenham também usado deste artifício de forma errada. George tentou modernizar “True Faith” do New Order. Já a rainha do pop usou e abusou do auto-tune na edição do DVD da sua última turnê, Sticky & Sweet Tour.

Vejam os exemplos abaixo e veja se estou maluco...











quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

CRÍTICA POP

Graças a Nossa Senhora Caseira eu não fui ao show revival do Trem da Alegria no Circo Voador

Confesso neste post que por um instante pensei em ir ver o show que ocorreu no dia 26 de novembro no Circo Voador, no Rio. O espetáculo em questão foi o reencontro da Patricia Marx, que eu amo, com o Luciano Nassyn, ambos pioneiros no grupo Trem da Alegria.

Juro que quando vi o vídeo do show eu fiquei com vergonha alheia. Primeiro, o Luciano com aquelas frases obviamente irritantes (“diz aí vocês“ ou “agora tira o pé do show”). Segundo, o repertório totalmente forçado a um desnecessário revival empolgante. Não dá para deixar algumas de nossas predileções em casa? Terceiro e pra finalizar, o som nada a ver em ritmo rock brasileiro fulera.

Mas o mais constrangedor foi ver a elegante Patricia Marx perdida naquele palco. A voz dela não acompanhava aquele barulho todo. No entanto, o melhor dessa bizarrice todo é saber, diferentemente dos que fizeram parte daquele cenário infantil dos anos 80, que a Patricia não nos enganou esse tempo todo. Ela definitivamente tem talento, disciplina e bom gosto.

Outra coisa. Será que eles ganharam dinheiro para fazer isso. Esperamos que sim, pois se foi só pela música...

Pra finalizar. Alô qualquer pessoa de bom tom! Proíbem já que a canção “Dona Felicidade” seja cantada por aí por qualquer motivo.



Vale registrar aqui que a Patricia cantou (atendeu os pedidos do povo presente no show) um trecho de “Destino”, do seu disco de carreira solo, “Incertezas”, lançado em 90.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

CRÍTICA POP: O disco novo da Patrícia Marx

Até que enfim chegou às lojas o disco novo da Patrícia Marx, que agora conta com a participação do seu marido Bruno E. A música brasileira dos anos 60 e 70, o samba-jazz e os afro-sambas da dupla Baden Powell & Vinicius de Moraes inspirou o álbum, intitulado de “Patrícia Marx & Bruno E.”. Já ouvi as faixas “You're Free” e “Three Short Stories”. Além disso, a dupla gravou “Passaredo“, parceria de Chico Buarque com Francis Hime, lançada por Hime em 77 no álbum batizado com o nome da música. Vale escrever que o CD foi lançado pelo selo Urubu Jazz nos formatos de CD e DVD. Também vale ressaltar que a obra já é, para mim, uma das melhores deste ano de 2010.


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

VMA's 2010

Quem frequenta este blog aqui sabe o quanto adoro o VMA da MTV. Acho essa festa de premição sempre um acontecimento. O deste ano (é claro) foi o fato do maior canal de clipes do mundo ter premiado a atual melhor cantora da vídeos da década, Lady Gaga.

Mas o meu destaque deste ano vai mesmo para o palco. Apesar de não curtir muito os artistas que se apresentaram, o local onde eles mostram suas músicas foi fantástico. Há tempos que converso com um amigo meu sobre o domínio dos telões nos shows de hoje em dia. Portanto, confesso: quem viu os shows da Madonna e do Michael Jackson na década de 90, sente saudade de um bom e velho cenário.

Sabe o que a MTV conseguiu fazer este ano? O que mais queríamos: juntar os dois. Sinceramente, acho que a perfeição foi revelada na noite desse domingo. Vejam os vídeos abaixo e duvido que vocês descordem da minha opinião.

A performance da Taylor Swift é uma fofura; lembra os vídeos de baladas românticas dos anos 80. A entrada triunfal do Eminem é bem legal. E a arte apresentada pelo Kanye West é divina.












quarta-feira, 28 de julho de 2010

BANDA 1E99

Escrever aqui sobre a banda 1E99 é bastante estranho. Primeiro, porque um integrante do grupo é um amigo querido. Segundo, porque é sempre difícil escrever baseado nas obras de Carmen Miranda e Noel Rosa (artistas homenageados pela banda). E terceiro porque sei, com precisão, que pelo menos um dos 4 artistas do grupo vai ler este post.

De qualquer forma, aqui segue minha modesta opinião.

1E99 já começa bem em sua apresentação. O nome do quarteto é perfeito para definir o som que eles fazem - uma mistura bem pop: twist, electro, funk, ragga e sintetizadores a todo vapor...Tropicalismo puro!. Arte Pop nos palcos! A banda começou há cinco anos, em clubes. Porém, com um ano de existência, eles já ficaram entre os 10 melhores candidatos do festival OI Tem Peixe na Rede.

Talvez, sem muita certeza, a grande virada da banda formada por Rody (vocal), André Braga (bateria), Jaguarito (guitarra) e Alberto Neto (vocal, DJ/Mc) foi quando, em 2007, começaram o sensacional projeto do Tributo ao Centenário de Carmen Miranda. Todas a músicas da nossa maior estrela internacional levaram um injeção violenta de modernidade. Até aí, nada de novo. A diferença é que o som da banda é moderno sim, é eletrônico sim; e é também brasileiro sim. E esse som, que tento em vão descrever, quando entra nos ouvidos os nossos balangandãs se mexem automaticamente e é inevitável um sorriso constante de satisfação musical.

Os meninos seguem. E o caminho é longo. Pois depois de uma turnê pelo estados do Rio e de São Paulo em lonas culturais organizadas pelo SESC e SESI, eles estão agora mais perto - em Ipanema, com o novo show, que é uma nova roupagem (literalmente) para as músicas de Noel Rosa. Quem já viu, gostou, e quem ainda não, provavelmente vai curtir também o lado romântico que a apresentação tem - destaque para “Último Desejo“. AH! Os vídeos encaixam, deliciosamente, sem exageros, com as músicas. Taí mais uma prova como o antigo e o moderno se encaixam perfeitamente.

Com Que Roupa eu vou? É essa a pergunta que devemos fazer toda quarta, pois para não pegar um Palpite Infeliz e entrar numa furada, vá ao Galeria Café, a partir das 22h, e se encante com o Feitiço da Vila.

Serviço:Tributo ao Centenário de Noel Rosa
De 07 de maio a 25 de agosto
Toda quarta-feira -22h
Galeria Café
Rua Teixeira de Mello, 31 ljs. E e F
Ipanema - Rio de Janeiro
Tel.: 55 + 21 + 2523.8350
http://www.galeriacafe.com.br/
Entrada: $20 (estudantes com carteirinha ou maiores de 65 anos pagam meia)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

CRÍTICA POP: Christina Aguilera - “Bionic”

Revelo hoje aqui que estou amando o novo disco da Christina Aguilera, “Bionic”. Estava totalmente envolvido com meu preconceito em relação a moça e depois que um grande amigo me disse para ouvir com mais atenção, confesso, neste post, que o disco é bom sim.

Este é o quarto disco de inéditas da Aguilera. A faixa de abertura, que tem o mesmo título do álbum, é boa e muito bem elaborada. “Elastic Love”', co-escrita pela cingalesa M.I.A, também é bem legal. ''My Girls'', produzida pelo Le Tigre, começa e termina de uma forma absurda. O único defeito deste novo disco da Xtina é o fato dela cismar em gritar em todas, eu disse todas, as faixas. Não pode. Fica brega e dói os ouvidos.

Parece que naquele livro que o Christopher Ciccone escreveu sobre sua irmã Madonna, ele revela que a rainha do pop nunca quis, tirando na época de Evita, trabalhar muito na sua melhora e no seu esforço de crescimento vocal. Segundo o que está no livro, Madonna acha que música pop é muito mais que voz afinada e em alto bom som.

É. Todas, inclusive Aguilera, ainda tem muito que aprender com a Madonna.

De qualquer forma, vale a escuta atenta à “Bionic“. Destaque muito forte para as baladas (lentas), que são ótimas!

terça-feira, 8 de junho de 2010

É necessário confessar que “Alejandro”, novo clipe da Lady Gaga, é maravilhoso

Confesso aqui neste blog que achava difícil a Lady GaGa fazer algo tão bom quanto o vídeo de “Bad Romance”, já que não vi em “Telephone” uma superioridade. No entanto, a nova diva pop mostra nesse clipe que sabe mesmo fazer a coisa.

Apesar de usar várias referências, Michael, Madonna... o vídeo é muito original e fez com que a fraca canção, tirada do disco “Fame Monster”, ficasse boa.

Fiquei quase sem fôlego. Excelente. Tomara que lidere todas as paradas do mundo.

Lady Obrigado Gaga !

sexta-feira, 30 de abril de 2010

LIKE A VIRGIN e CRÍTICA POP: Christina Aguilera - "Not Myself Tonight" - Bionic




Ok. Todo mundo merece o seu lugar ao sol. A Christina Aguilera tentou, mas na minha praia, pelo menos com esse clipe, ainda vai ficar na sombra.

Pop, animado, moderno e com referências óbvias de clipes antigos sensacionais. Isso a gente sabe que é legal fazer, mas todos devem confessar que a Madonna e a Lady GaGa fazem isso como ninguém.

Neste vídeo a gente vê homenagens aos clipes de “Express Yourself” e “Human Nature”, ambos da Madonna. Além disso, a atual moça do pop mundial, Lady GaGa, também está presente, com imagens de “Poker Face” e “Bad Romance”. Portanto, o que pouco foi comentado é sobre a referência mais bacana que a Aguilera usou, a cena em que ela bota fogo no armário, obviamente inspirada em “Freedom”, do George Michael.

Ressalto. Não estou à espera de sempre ver um vídeo inovador, mas confesso que procuro por algo mais original.

Valeu. Aqui a gente continua vendo, ouvindo e procurando tudo deste universo pop da música mundial. Abaixo ficam com vocês algumas fotos capturadas de alguns blogs.




segunda-feira, 15 de março de 2010

CRÍTICA POP: Somos desse mundo?

Todos os freqüentadores deste blog sabem que a gente não curte falar mal de música. O que a gente não gosta, não tem espaço aqui. O nosso lance é outro: música pop! Só!

No entanto, não estamos aqui só para ficar vivendo no mundo maravilhoso e fingindo que nada acontece. Começa hoje aqui mais um novo tag, o Crítica Pop. Esse novo “quadro” tem o objetivo de abrir uma discussão sobre assuntos que realmente merecem algum destaque para um posicionamento bom ou ruim sobre o que será discutido.

Começamos com a nova versão de 'We Are the World' feita por vários novos artistas com o objetivo de ajudar as vítimas do terremoto que devastou o Haiti. A canção escrita em 85 por Michael Jackson e Lionel Richie e produzida por Quincy Jones para convocar o planeta a ajudar as populações famintas do continente africano foi agora regravada por Miley Cyrus, Celine Dion, Pink, Natalie Cole, Tony Bennet, Akon, Snoop Dogg, Jennifer Hudson, Will.I.am do Black Eye Peas, Jonas Brothers,entre outros.

Ao ver o novo vídeo, vi, imediatamente, uma cafonice sem fim. Uma diferença absurda de 25 anos atrás. Essa nova versão não emociona e não parece verdadeira, por mais que os astros tentem, com gritos agudos e mãos no peito, a nos convencer que fizeram isso sem pretensão nenhuma de uma promoção positiva e bonitinha de sua imagem.

Para começar, todos, eu escrevi todos, estão super produzidos. Muita escova, aplique, poses e o pior, pouca gente que realmente tem o que falar. Um clima estranho. Antes, no vídeo original, todos estavam caricaturados, sim confesso, mas havia uma identidade. Cada um tinha o seu estilo e parecia, verdade ou não, que eles eram daquele jeito mesmo em suas vidas reais. Cyndi Lauper, por exemplo, parecia ter saído de casa com aquela cabeleira toda.

Embora a regravação tenha sido feita pelo o mesmo Quincy Jones,que produziu a versão de 1985, apenas a voz de Michael Jackson foi mantida na versão 2010. Barbra Streisand, por exemplo, ficou encarregada do trecho antes cantado por Diana Ross. Já o rapper Lil' Wayne ganhou a parte que foi de Bob Dylan (!?). E para fechar com “chave de ouro“, versos em Hip-hop. Jesus! Cadê o Bruce Springsteen, o Paul Simon, Stevie Wonder, Cyndi Lauper e a Tina Turner?

Mais cafona ainda é a versão espanhola, “Somos El Mundo”. De chorar. Pode ser de alegria ou de tristeza. O único destaque positivo vai para Shakira, que visivelmente aparenta ter “caído de pára-quedas” nessa parafernália toda.



quarta-feira, 10 de março de 2010

CRÍTICA POP: “Telephone“ da Lady GaGa com participação da Beyoncé

Acabei de assistir “Telephone“. Olha, legal, mas nem tanto. Claro que têm vários momentos no clipe que são bem pop’s e divertidos, mas não sei, falta alguma coisa. Não é nenhuma exigência ou comparação com ninguém, mas falta algo. Sempre vou com os olhos e ouvidos bem abertos para receber a GaGa, mas sempre falta alguma coisa. Em relação ao olhos (vídeo), gostei. Talvez deve ser os ouvidos (música), a canção é um chiclete pop, mas não me agrada muito. Sei lá, a batida muito eletro-pop radiofônico... não sei. Mas o clipe já ganhou ponto. Essa canção, por exemplo, acho que só tinha escutado uma vez desde que baixei o “Fame Monster” e agora quero ouvir novamente.

Outra coisa. Apesar de não me simpatizar muito com a Beyoncé, ela enriquece o vídeo de uma forma absurda. Sei lá, mesmo mega produzida e maquiada como a GaGa, sinto e vejo algo diferente. Talvez, neste primeiro instante, arrisco em escrever que a diferença entre as duas seja a postura.

Mas curti o vídeo sim. A GaGa sem dúvida salvou o mundo pop nessa nova década da lama que vivemos da anterior com o domínio do hip-hop. O mérito é exclusivamente dela. Só escrevo esse monte de coisas porque confesso que fui com muita expectativa para ver o tal segundo "Thriller" do mundo pop. É. Realmente ainda não sou um fã louco da Lady GaGa, mas ela sempre vai ter um espaço no meu set list pop. Gosto dela e de tudo que fez, mas nem tanto...

Acho que tem coisas que, não necessariamente, precisam ser incríveis, mas devem encaixar. Um exemplo é a Kylie Minogue. A canção “Wow” não é nada sensacional e o clipe idem, mas é bom. É simplesmente divertido. Menos pretensioso. Não sei bem direito; gosto mais.

Escrevi horrores!!!! Adoro falar sobre música pop. Vou ver o clipe de novo agora.
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